Impressão Final

Serviços gráficos e editora

A cada ano cresce a importância do canal web para a compra de eletrodomésticos. Mas se você visitar sites de marcas e de varejistas irá se dar conta que muitas vendas acontecem de modo orgânico, já que a maioria dos sites não ajudam muito. É preciso navegar muito antes de encontrar experiências envolventes para a compra desta categoria.

Alguns sites de marcas possuem um visual cheio de bossa mas apresentam os produtos de forma muito conceitual. É difícil avaliar um produto se não há uma imagem de boa qualidade que mostre o todo. Os contrastes são tênues, as fontes são pequenas e as imagens são pouco trabalhadas exibindo uma séria de caixas cinzas e brancas vazias. Há casos de textos e imagens sobrepostos, produtos que são apresentados em apenas três imagens, sendo duas de detalhes, imagens de baixa qualidade e tamanhos que não permitem a visualização.

De um modo geral os sites varejistas são melhor resolvidos, em especial o do Magazine Luíza que colocou muita energia em vendas com recursos visuais desde que implantou sua primeira loja virtual, termo que utilizou para designar uma operação física sem estoque. Segundo a Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico em 2.009 a categoria de Eletrodomésticos foi a terceira mais vendida na internet. Fico imaginando o aumento de vendas caso a experiência fosse realmente vendedora.

Posted by Jorge Marques On maio - 25 - 2010 Informática Notícias

o Google TV é mais uma aposta da empresa em um mercado ainda crescente, o das TVs com acesso à internet. A seguir, o iG Tecnologia esclarece as principais dúvidas relativas à plataforma.

1 – O que é o Google TV?

O Google TV é um software que será incluído em futuros modelos de TV e aparelhos Blu-ray da Sony, parceira do Google no projeto. A principal função dele é facilitar o acesso a vídeos hospedados na web a partir de televisores.

2 – O Google TV funcionará nas TVs de hoje?

Sim, mas para isso o consumidor terá que comprar um equipamento com o Google TV embutido. Similar a um sintonizador de TV a cabo, esse aparelho poderá ser conectado a qualquer TV desde que ela tenha uma entrada HDMI.

3 – Como funciona o Google TV?

O ponto de partida para usar o Google TV é uma caixa de busca, sobreposta à imagem da TV. Ao fazer uma pesquisa por um vídeo qualquer, o Google TV exibe tanto resultados das grades de programação da TV quanto vídeos hospedados em sites da web. Será possível assistir a quaisquer desses conteúdos e marcá-los como favoritos, de modo similar ao que ocorre em navegadores web.

4 – O que mais posso fazer com o Google TV?

O software do Google TV vai incluir uma versão do Chrome, o navegador do Google. Isso quer dizer que será possível também navegar na web a partir do aparelho de TV. O Google TV é baseado no sistema operacional Android, também do Google e usado em smartphones. Por isso, boa parte dos 50 mil aplicativos atualmente hospedados na loja do Android rodará também na TV.

5 – Vou pagar algum valor para usar o aplicativo?

Não. É necessário gastar apenas com o equipamento. O serviço é gratuito.

6 – O Google TV vai interferir com o sintonizador da TV a cabo?

Não. O Google TV será usado apenas como um complemento para facilitar a busca de programas na TV a cabo. O decodificador continuará funcionando normalmente.

7 – O controle remoto da TV poderá ser usado no Google TV?

Não, o Google TV exige um controle remoto específico, além de um teclado para facilitar a digitação dos termos de busca. A Logitech vai produzir esses periféricos.

8 – Existe previsão de lançamento no Brasil?

Não. Por enquanto sabe-se apenas que os primeiros equipamentos com Google TV chegam até o fim deste ano nos Estados Unidos.

Fonte:  IG Tecnologia

Posted by Jorge Marques On maio - 21 - 2010 Informática Notícias

A Intelig anunciou um processo de negociação com algumas companhias de energia elétrica para aumentar a sua cobertura no Brasil, por meio de compartilhamento de rede. Segundo o presidente da operadora, Antonio Ruggiero, a ideia é utilizar a infraestrutura de fibra óptica ociosa nas companhias para comercializar serviços de dados, voz e imagem.

“Fizemos um acordo com a AES, em São Paulo”, conta Ruggiero. De acordo com ele, até o final de junho, as empresas devem terminar os testes da rede, baseada na tecnologia Broadband Over Powerline Indoor.

O executivo explica que, a partir do compartilhamento de rede elétrica, a Intelig pretende ampliar em 30% seu backbone e reduzir o custo da última milha.

Além da AES, Ruggierio nunciou um acordo com a Copel, no estado do Paraná, cujos detalhes serão divulgados até junho. “Também estamos em fase de negociação com mais quatro empresas de energia elétrica”, pontua o presidente, que tem a meta de fechar acordos com até 20 utilities nos próximos dois anos.

O foco inicial desse compartilhamento de rede serão as empresas do Nordeste. “Tem muita infraestrutura disponível no Brasil e queremos utilizá-la para oferecer serviços para todo e qualquer mercado”, informa.

Integração concluída

Ainda em relação à rede, Ruggiero informa que o processo de integração da infraestrutura da TIM e da Intelig, iniciado em janeiro deste ano, foi concluído. Com isso, houve uma antecipação do cronograma inicial, o qual previa que a iniciativa só seria finalizada em junho.

Como parte do processo de integração, a TIM atualizou cerca de 500 mil quilômetros de fibra ótica e espera uma economia de até 250 milhões de reais ao ano.

Fonte: Computerworld

Posted by Jorge Marques On maio - 21 - 2010 Informática Notícias

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